SALA DE IMPRENSA

CBHs Rio Doce
27/07/2016

Comitês da porção capixaba do Rio Doce participam de ENECOB

No encontro foram tratados temas relacionados às dificuldades e avanços na gestão dos recursos hídricos no Espírito Santo

 

Para discutir assuntos referentes às conquistas e desafios enfrentados pelos Comitês de Bacia Hidrográfica do Estado do Espírito Santo, membros dos 13 colegiados capixabas se reuniram, em Vitória, nesta quinta-feira, 30 de junho, para a primeira edição do Encontro Estadual dos Comitês de Bacias do Espírito Santo (ENECOB), promovido pelo Fórum Capixabas de Comitês, em parceria com a Rede Gazeta. Além dos quatro comitês da porção capixaba da Bacia do Rio Doce – CBHs Guandu, Santa Maria do Doce, Pontões e Lagoas do Rio Doce e Barra Seca e Foz do Rio Doce, também estiveram presentes membros dos CBHs Jucu, Rio Novo, Santa Maria da Vitória, Litoral Centro Norte, Águas do Santa Joana, Itapemirim, Benevente, São Mateus e Itaúnas.

 

Carta de Vitória

Um manifesto, nomeado de “Carta de Vitória” foi apresentado aos participantes para contribuição. O documento tem como objetivo chamar a atenção da comunidade para os problemas ligados à disponibilidade hídrica, de forma a contemplar as demandas de todas as regiões do Estado. Contemplando dificuldades encontradas pelos Comitês na gestão dos recursos hídricos e solicitando, a Carta de Vitória será publicada, no mês de julho, no jornal impresso da Rede Gazeta.

 

Debates

Durante o período da tarde, membros dos Comitês dos rios Guandu, Santa Maria do Doce, Pontões e Lagoas, Beneventes e Santa Maria da Vitória, além de representantes de entidades do Estado, discutiram questões ligadas à implementação dos instrumentos da gestão dos recursos hídricos – como os planos de bacia, enquadramento dos corpos d’água, cobrança e outorga, além de falar sobre o certificado de sustentabilidade do uso da água na irrigação.

 

CBHs no enfrentamento da crise hídrica

No fechamento do evento, o representante da Agência Nacional de Águas (ANA), Ney Murtha, foi convidado para falar sobre a importância dos Comitês e dos instrumentos da gestão de recursos hídricos no enfrentamento dos reflexos da estiagem. Murtha destacou a importância da implementação de ferramentas como o Plano de Recursos Hídricos e a cobrança pelo uso da água.